As Melhores Fotos da Semana.

Aqui está o ganhador do concurso da comunidade GTA SAN ANDREAS Brasil. O concurso elegeu a melhor foto de comemoração aos 3 ANOS de ANIVERSARIO da comunudade. O ganhador foi o membro PAULO CUCHI. Parabéns pela sua bela foto. Entre na comunidade do GTA SAN ANDREAS Brasil. EM BREVE um NOVO CONCURSO AGURDEM....

Comunidade GTA San Andreas BRASIL - 3 Anos de sucesso.

GTA San Andreas BRASIL - 3 Anos de sucesso.
Essa é a nossa homenagem feita por GUILHEME SATILIO pra essa bela comunidade que é a GTA SAN ANDREAS Brasil. Parabéns atrasado mais de coração, hehe.

E3 : Trailer de Super Mario Galaxy

Trailer de Super Mario Galaxy
Trailer de Super Mario Galaxy lançado na E3 2007. Não perça a toda cobertura da E3 na ALIANCE Tv.
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sábado, 26 de maio de 2007

PIRATAS DO CARIBE 3 - O FIM DO MUNDO


" A aventura é relativamente curta, mas mesmo assim não consegue escapar de ser repetitivo."


É estranho imaginar que um "blockbuster" da magnitude de "Piratas do Caribe" ainda não tivesse nenhum jogo baseado diretamente num dos episódios do filme (com exceção de "O Baú da Morte", que saiu apenas para videogames portáteis). Mas, com o terceiro longa-metragem, a Disney Interactive foi à forra, lançando títulos para todos os principais consoles e portáteis, além do PC.

Mas o que não muda mesmo é a tradição (ou seria maldição?) de games baseados em filmes ou desenhos terem qualidade discutível. "Pirates of the Caribbean: At World's End" até capricha na produção, mas conteúdo, que é o que importa, está aquém do desejado, sem inspiração. Tenta até criar um estilo "pirata" de lutar, mas não sai do campo das boas intenções.

Águas que já foram navegadas

"Pirates of the Caribbean: At World's End" é um jogo de ação e aventura, cujo principal elemento são os combates. Mas o título traz várias mecânicas, como minigames e seqüências de demonstração interativas, em que o sucesso depende de pressionar rapidamente os botões que aparecem na tela.

O enredo é praticamente o mesmo do filme e traz também um de seus maiores defeitos, que é contar a história presumindo que o espectador/jogador já tenha visto o segundo episódio. Ou seja, os fatos narrados acontecem logo depois de "O Baú da Morte" e gira em torno da busca pelo coração de Davy Jones, sem o qual o protagonista Jack Sparrow acabará tendo que se juntar ao bando do pirata-molusco.

Aliás, se você ainda não viu o terceiro filme, melhor fazê-lo antes de jogar, pois o game revela alguns lances da história.

O game começa promissor, trazendo gráficos competentes, personagens que se assemelham aos astros do cinema, como Johnny Depp e Keira Knightley (ainda que com um ar meio bizarro, mas, por outro lado, isso ressalta as qualidades de Davy Jones), dublagens decentes e boas doses de ação.

Mesclando lutas, missões primárias e secundárias, e eventos de demonstração interativa, que são "cenas de cinema" cujo sucesso depende do jogador pressionar botões ou mexer o direcional conforme aparece na tela, a primeira fase dá uma amostra do que o jogador vai encontrar pela frente. A má notícia é que, depois disso, quase não aparecem mais novidades.

Lutando à toa

A parte mais maçante são as lutas contra inimigos comuns. Isso representa a maior parte do game e enjoa rápido, pois os personagens possuem poucos golpes e os combates são meio travados. Os oponentes se defendem com freqüência e é difícil prever o golpe, pois varia conforme a distância até o alvo. Assim, a dificuldade não é fruto da "inteligência" dos inimigos, mas da ineficiência dos controles.

A impressão é que se quer forçar a utilização do sistema de esquiva, e assim reproduzir seqüências de luta como as do filme, fazendo os oponentes caírem dentro de um barril com água, serem atirados em fogueiras, se atacarem uns aos outros ou simplesmente darem de cara contra uma parede. De fato, assim, os adversários são eliminados mais rapidamente (ou, ao menos, ficam fora de combate por alguns instantes). Mas nem todas as áreas possuem armadilhas assim, e, nesse caso, você é obrigado a lutar normalmente. Quanto mais você variar as formas de combater, mais ganhará notoriedade. Apesar do marketing em torno desta funcionalidade, a pontuação não serve para muita coisa, com exceção da edição para Xbox 360, na qual os pontos são registrados no ranking mundial.

Há situações em que o combate é tête-à-tête, podendo se deslocar apenas em um eixo. Nesse caso, o oponente é ainda mais defensivo, e, por isso, é preciso explorar outras táticas. Mas uma vez descoberto o "esquema", tudo volta a ficar repetitivo. Esse tipo de combate é quase regra contra os chefes, que também mesclam interações com o cenário (como derrubar caixas) e demos interativos à la "God of War", mas sem a empolgação deste.

As fases contam com diversos tipos de missões, como eliminar os oponentes de forma sorrateira, retirar cartazes de "procurado", fazer propostas indecorosas para damas, vencer minigames, e conseguir determinadas quantidades de itens e golpes seqüenciais. Naturalmente, no caso do Xbox 360, as tarefas também servem para liberar conquistas. Apesar do esforço para variar a ação, esses objetivos são simples e em geral óbvios, sem muito valor. Novos golpes, personagens, modalidades e extras são liberados ao passar de fases. Quanto mais objetivos cumprir, melhores as recompensas.

Quase um 'blockbuster'

Em termos de produção gráfica, a melhor edição é a para Xbox 360, que combina o visual mais fiel ao filme original, contornos suaves e excelente desempenho. Já a versão para PlayStation 3 é mais "áspera" (está sem anti-aliasing, numa linguagem técnica), mas o pior é o fluxo de tela, que tropeça a torto e direito.

Já no Wii, PlayStation 2 e PSP, obviamente, a arte não é tão refinada, devido à menor resolução e capacidade dessas máquinas, mas, diante das limitações, estão um pouco acima da média. É meio grosseiro em alguns cenários, mas, no geral, seguram bem a onda, principalmente no que diz questão aos personagens. A qualidade da versão PC depende da configuração da máquina, mas, em geral, fica num meio termo entre os videogames de nova e antiga geração.

A trilha sonora aproveita as composições da obra original, que, sendo uma superprodução, reflete tal qualidade no game. Os astros do filme não emprestaram suas vozes para o jogo, mas os dubladores substitutos conseguem captar as atuações dos personagens, sem grandes perdas no resultado final.

Devendo conteúdo

"Pirates of the Caribbean: At World's End" é daqueles games de ação que se joga numa tacada. A aventura é relativamente curta, mas mesmo assim não consegue escapar da repetição. Existem outros modos de jogo, mas nenhum é particularmente interessante. No geral, o Xbox 360 leva vantagem, pela produção e conquistas, mas ainda oferece muito pouco pelo seu preço. Nesse quesito, o PC e o PSP saem mais em conta, pois custam a metade das edições para consoles de nova geração.



Veja algumas imagens do capitão JACK e de seus amigos e INIMIGOS:





Como já se diz a aventura é pouca mais bem divertida pra quem gosta do genero.





Muita ação e aventura coisa que não vão faltar no jogo.



Veja o Trailer do Jogo :





Site Official de
PIRATAS do CARIBE 3 : O Fim do Mundo
Data de lançamento: 25/05/2007
Desenvolvedor: Eurocom
Distribuidor: Disney Interactive
Plataforma: PlayStation 2

terça-feira, 22 de maio de 2007

SPIDER MAN 3


"... não faz mais que copiar o antecessor direto e, pior, em determinados momentos está até inferior."


Se o PlayStation 2 e o Wii receberam uma versão menor do jogo baseado no filme mais caro feito até hoje - "Homem-Aranha 3" -, os videogames de nova geração ficam com um título que é "herdeiro direto" dos dois episódios passados. No entanto, "Spider-Man 3" para Xbox 360 e PlayStation 3 não faz mais que copiar o antecessor direto, e, pior: em determinados momentos está até inferior.

Sendo assim, o estilo de jogo é o mesmo, ou seja, na pele do Homem-Aranha (ou sob sua identidade como Peter Parker), o jogador patrulha os bairros de Manhattan, enfrentando seus arquiinimigos e um sem-número de criminosos. Resumindo, a fórmula é a mesma de "Grand Theft Auto", com a diferença que o protagonista é dotado de superpoderes (e não precisa ficar roubando carros para ir de um canto a outro da cidade).

Operação belezura

Como se pode imaginar, o visual foi o que mais melhorou em relação a "Spider-Man 2" - afinal, é o mínimo que se espera, pois a principal edição foi lançada para a geração passada de videogames. Assim, a cidade está mais populosa que nunca, e engarrafamentos são comuns nas principais avenidas. Só faltou os transeuntes terem um mínimo de inteligência, pois eles continuam andando incólumes em meio a explosões e brigas ferozes.

O aspecto geral da cidade tem dois momentos. Se de longe os gráficos parecem excelentes, com a beleza de um cartão-postal, de perto percebe-se que tudo é meio simples e genérico. A produtora Treyarch se esforçou para deixar os prédios diferentes uns dos outros, mas a construção dos edifícios parece estar aquém do que o Xbox 360 e o PlayStation 3 são capazes de fazer. Ao menos, efeitos de luz (o sol durante o dia e as iluminações das janelas à noite) disfarçam um pouco essa simplicidade.

Em relação à modelagem dos personagens, há um abismo entre o Homem-Aranha e os coadjuvantes. O visual do herói é excelente e está próximo da versão para cinema, mas as figuras humanas têm algo que incomoda. Muitos parecem ter os olhos esbugalhados. Apenas J. J. Jameson e Mary Jane escapam dessa sina. O game roda com boa velocidade, mas às vezes engasga, quando há muitos inimigos. O desempenho no PlayStation 3 é um pouco pior.

A sonoplastia é apenas básica (aliás, a cidade é silenciosa demais), mas a trilha sonora tem requinte, pois vêm do original do cinema. Muitos dos astros do filme também reprisam seus papéis no game, casos de Tobey Maguire como o Homem-Aranha e J. K. Simmons como J. J. Jameson, mas isso não repercute num resultado excepcional. Bruce Campbell (protagonista de "Uma Noite Alucinante") faz novamente a narração. Ele tenta ser engraçado, mas as piadas não funcionam.

Livre para voar

Mais uma vez, o melhor momento do game é usar a teia para passear pela Manhattan virtual. Dá uma sensação de liberdade e tem um pouco daquela vertigem que é tão peculiar no cinema. À medida que você vai usando a teia para passar de prédio em prédio, a habilidade (que se chama web swing) evolui cada vez mais (e no Xbox 360 libera algumas conquistas).

Quando você estiver zanzando sem compromisso pela cidade, a câmera errática não chega a incomodar, mas nas corridas e nos combates, muitas vezes você não consegue visualizar o alvo dentro da tela. É fácil ficar desorientado ao grudar na parede ou no teto e isso também dificulta chegar onde se quer.

Lutando contra o tédio

No mapa, há várias missões, atividades e erradicação ao crime (há um sistema de guia para encontrar facilmente a localidade desses itens). Os primeiros representam o principal exercício do herói. Cada um dos ícones representa um arco de história, cujo foco é a luta contra um dos arquiinimigos do Homem-Aranha. Os vilões vêm tanto do filme, como Duende Verde e o Homem-Areia, mas também dos quadrinhos, que é o caso de Escorpião, Lagarto e Rei do Crime, por exemplo. Entram também no caldeirão algumas figuras originais concebidas para o game, como Arsenic Candy. Ao mesmo tempo, o aracnídeo também tem que cuidar de seu trabalho no jornal Daily Bugle e seu namoro com Mary Jane. No total, são dez histórias independentes, reunindo 42 missões.

Assim, as missões ficam organizadas, mas o enredo fica todo quebrado, sem uma linha mestra. Mas pior ainda é o conteúdo da missão, que é muito repetitivo: basicamente, uma alternância entre combates e atividades cotidianas de um herói, como salvar reféns, evitar catástrofes e desarmar bombas. As lutas são acéfalas: basta eleger um botão de ataque e usar o reflexo aranha (deixa a ação lenta) a toda hora para acabar com a maioria dos oponentes.

O reflexo também serve para desviar automaticamente dos ataques (quando um ícone surgir sobre o inimigo, basta apertar o botão correspondente) e com isso fica mais fácil enfrentar os chefes. O único problema é que eles têm muita energia, e isso prolonga desnecessariamente a luta. No fim das contas, os combates ou são ridículos (pois não é necessária nenhuma estratégia para a maioria dos inimigos) ou frustrantes (quando há uma concentração grande) ou entediantes (os chefes demoram para morrer). O traje negro aumenta o poder do Homem-Aranha, mas não consegue salvar as cenas de luta.

Reflexos de aranha

De tempos em tempos (e nas lutas contra os supervilões), aparecem eventos de reação rápida, que são similares às cenas de demonstração, mas cuja evolução depende do jogador pressionar o botão ou direcional como aparece na tela. A inspiração vem claramente de "God of War", mas a realização está muito aquém deste.

Em geral, as habilidades do herói melhoram ao terminar as missões - você não precisa mais comprá-las. As atividades extras, como corridas, salto de prédios e desarmamento de bombas, também não empolgam. Já a erradicação ao crime, é um pouco melhor. Existe também uma série de ícones escondidos, cuja coleção rende recompensas.

Grande parte das conquistas de "Spider-Man 3" é demorada: os pontos vêm ao derrotar cada chefe e finalizar as missões de uma mesma série, por exemplo, mas também tirando certas fotos ou destruindo 25 objetos.

Três é menor que dois

"Spider-Man 3" tem praticamente as mesmas qualidades e defeitos do antecessor: uma boa liberdade para explorar Manhattan, mas combates ruins. O problema é que as missões ficaram menos interessantes. O visual é melhor, mas não é aquele salto entre gerações. No fim das contas, a Activision ainda está devendo um jogo que esteja à altura do Homem-Aranha. Quem chegou mais perto foi "Spider-Man 2".


Veja algumas fotos do jogo:







Spider Man 3 ,não foi muito aclamado pela midia,a rumores que o jogo foi feito as pressas.






"Spider Man BLACK",o famoso SIBIOTICO estará presente no 3 jogo da serie.




Muita ação e muita aventura em Spider man 3,com grandes surpresas que nem do filme.





Trailer Oficial do Jogo :





Entre no site da SONY,site oficial do filmes,jogo um demo bem bacana:
SPIDER MAN 3


Site Official de
SPIDER MAN 3 the GAME.
Desenvolvedor: Activision
Distribuidor: Activision
Plataforma: PlayStation 3,XBOX,PlayStation 2,Wii,XBOX 360

sexta-feira, 11 de maio de 2007

SCARFACE : THE WORLD IS YOURS


"Você precisa ganhar dinheiro primeiro. Quando você consegue o dinheiro, ganha o poder"


Se você ainda pretende assistir à clássica adaptação de Scarface assinada por Brian de Palma e Oliver Stone, jogar o game inspirado no filme deve esperar - além conhecer o material original ajudar muito a aproveitar o game, você começa sua aventura vendo o final do longa metragem. Então se você ainda não viu a interpretação de Al Pacino como Tony Montana, é melhor parar de ler por aqui antes de estragar a graça.

O jogo de Scarface retoma a famosa batalha final do traficante cubano Tony Montana em sua mansão - mas agora com sua ajuda, ele pode escapar do tiro fatal, fugir e ter uma chance de recuperar todo seu império em ruínas. Qualquer semelhança com Grand Theft Auto: Vice City não é mera coincidência: o game da Rockstar é quase totalmente inspirado nesse filme, e então fica um tanto difícil dizer quem copiou quem. Mas o fato é que a equipe da Radical fez um excelente trabalho em diferenciar os dois títulos sem perder o "carisma" que faz de Scarface um ícone da cultura pop - as funções são um resultado direto disso.

Como Tony, cabe a você juntar as peças do que sobrou de seu enorme cartel de cocaína. O game traz dois aspectos paralelos que devem ser tratados em conjunto: por um lado, você deve usar sua influência para retomar o posto de rei de Miami conversando com vários personagens importantes... mas ao mesmo tempo deve gerenciar seu império para ganhar respeito, dinheiro e controlar a polícia para poder atingir novos objetivos mais audaciosos. Uma de suas principais formas de ganhar respeito é enchendo a mansão com móveis bregas (no melhor estilo do filme) com o dinheiro de seus crimes - e isso é possível conseguindo novas frentes para vender drogas, que são adquiridas com uma série de missões recebidas ao conversar com os negociantes locais - quase todos dublados por uma impressionante lista de celebridades que inclui até Rodrigo Santoro. Apesar de não serem diretamente ligados à trama principal, essas missões emprestam o famoso ar de liberdade de Grand Theft Auto ao mundo de Scarface.

Apesar de emprestar diversos elementos do concorrente da Rockstar, a aventura de Tony recebeu uma série de mudanças que torna ele mais acessível e jogável. O dinheiro usado para comprar armas permite não só que você encha seu armário no escritório da mansão, mas também o porta-malas de seu carro, evitando longas viagens toda vez que precisar de um "pequeno amigo para dizer olá". O desenrolar da aventura seria ainda suave se não existissem certos requerimentos de dinheiro e respeito - que obrigam você a voltar às missões paralelas - mas por outro lado o game não tem a mesma diversão de apenas fazer bagunça sem entrar em missões de GTA. Essa parte se resume às hilárias conversas com pedestres, que não deixam de ser um atrativo interessante.

Inspirado no personagem de Tony, Scarface traz uma série de mecânicas próprias que ajudam a caracterizar a ação e dar um toque próprio ao jogo: "balls" (basicamente, colhões). Ao entrar em tiroteios, você pode mirar manualmente ou usar um sistema que trava a mira na área geral do inimigo, e então tentar acertar áreas "mais violentas" como cabeça, rim, mãos... quanto maior o estrago, mais "balls" você ganha. Você tem até um botão de intimidar, que dá acesso ao gigantesco repertório de palavrões do anti-herói: ao usá-lo logo depois de matar alguém, você humilha eles e ganha um bônus. Encher esse medidor aciona uma raiva descontrolada que muda a perspectiva para a visão do protagonista, libera munição infinita e imortalidade, além de recuperar energia ao matar mais gente - da mesma forma que ele fazia no filme. Saber usar essa função é vital para a sobrevivência de Tony, e dá um ar único ao game que lembra muito o longa metragem.

Mas apesar das boas qualidades, algumas decisões ingratas impedem o jogo de ser um cult como o filme. Uma delas é o limite de tempo em fugas de carro, que certamente frustrarão a maioria das pessoas. Outro problema está na confusão dos mapas do game, que diversas vezes confundem o jogador sobre o ponto de entrada de certos edifícios. E apesar da excelente dublagem de Tony e a impecável trilha sonora elevarem o áudio do jogo, os visuais pobres certamente deixam o jogo difícil de engolir em frente à nova geração de consoles.

Scarface se esforça para capturar todos os elementos que garantiram a fama do filme, algumas vezes comprometendo sua jogabilidade. Mas, no geral, a experiência de vestir as camisetas floridas de Tony Montana é algo que merece ser experimentado por qualquer fã desse momento memorável da carreira de Al Pacino.


Veja Algumas Fotos desse jogo que chegou pra arrajar:






Veja Tony Montana acabando com seus inimigos em sua Masão.





Tony mais uma vez e uma cena de ação contra a policia.





Veja o Trailer Oficial do Jogo:







De uma olhada no que o jogo oferece ,uma pequena demostração :





Clipe SPECIAL da MUSICA REMIXADA "Push it to the Limit" TRILHA de SCARFACE : The World is Yours:






Jogo já disponivel para PLAY STATION 2.


Site de
SCARFACE : The World is Yours
Desenvolvedor:Radical Entertainment
Distribuidor:Vivendi Universal Games
Plataforma:PlayStation 2

LARA CROFT TOMB RAIDER - ANNIVERSARY


Honrarias e melhorias merecidas


Em 1996 a então desconhecida produtora Core Design abalou o mundo dos games com Tomb Raider, game que trazia ação, quebras-cabeças e a personagem que a partir daí se tornaria uma das maiores musas dessa indústria. Mais de dez anos se passaram, e os fãs não estavam felizes depois de terem que encarar Angel of Darkness, o sexto jogo da série – um festival de erros e incoerência. Quando parecia que nada mais poderia salvar nossa heroína do ostracismo, a Crystal Dynamics nos trouxe TR: Legend, e houve muita alegria. Agora, para comemorar tanto o aniversário da série quanto o retorno triunfal da Senhorita Croft, somos presenteados com Tomb Raider: Anniversary.

Como muitas empresas já fizeram em comemorações de séries famosas, o que a Eidos e a Crystal Dynamics trazem com Tomb Raider: Anniversary é uma releitura do primeiro jogo da série, lançado para PlayStation, Sega Saturn, e diversas outras plataformas. Os jogadores poderão, na nova aventura de Lara Croft, relembrar (ou conhecer, no caso de quem perdeu o primeiro lançamento) estágios clássicos como as montanhas do Peru e as pirâmides do Egito, mas agora desfrutando da engine criada para Tomb Raider: Legend – ou seja, com uma riqueza gráfica muito maior, mais fluidez nos movimentos da heroína e novas mecânicas de jogo. A história, apesar das modificações e melhorias recebidas (para apresentar uma maior coesão) continua a mesma da obra original: Depois de voltar de uma viagem ao Himalaia, Lara é contratada pela empresária Jacqueline Natla para investigar ruínas em busca do “Scion da Atlântida”, um amuleto com poderes inimagináveis. Depois de recuperar a primeira parte do artefato, a protagonista é traída pela sua empregadora, e começa uma jornada para descobri a verdade por trás desse serviço.

Fãs de Tomb Raider: Legend ficarão felizes em saber que Anniversary irá funcionar, em termos de jogabilidade, de maneira quase idêntica ao mais recente jogo da série - nada mais de pulos imprecisos e mortes dolorosas em abismos, tão presentes no game original. Lara estará de volta em sua roupa clássica e terá em punhos suas famosas pistolas automáticas, mas todo o resto funciona da mesma maneira como em Legend. Ao invés de atirar em uma direção só, como antes, os jogadores poderão mirar para todas as direções enquanto realizam saltos acrobáticos, ou se penduram perigosamente em lugares altos. As seqüências “cinematográficas”, nas quais é preciso apertar determinados botões na hora certa para fazer Lara avançar também estarão presentes, assim como o gancho e a corda. A única exceção fica por conta do sistema de menus, que permanecerá igual ao do game original: ao toque de um botão, será possível acessar um “anel”, e através dele circular entre itens até achar o desejado.

Lara ainda reviverá os combates clássicos que tornaram a série um sucesso. Com suas novas habilidades, ela irá enfrentar de ursos selvagens a tiranossauros, passando por cima de todo tipo de ameaça que fique no seu caminho – incluindo os bandidos que vivem em seu encalço. Além disso, todos os quebras-cabeças – elemento que destacou Tomb Raider de outros games de ação no passado – serão refeitos para aproveitar melhor os novos recursos de jogabilidade, e também oferecer desafio renovado para quem já passou por eles no passado.

Com a importância que Tomb Raider tem na indústria dos games, não poderia se esperar nada menos que um remake dessa magnitude para comemorar os dez anos da série. Pode assoprar as velas, Lara Croft, você merece.


Veja Algumas Fotos do JOGO:




A produtora do jogo caprichou nos graficos e na jogabilidade.





Ação! Coisa que o jogo tem bastante,desdo começo até o fim.



Trailer OFICIAL do JOGO:






Veja também um clipe de comemoração de seus 10 Anos de Sucesso:






Bem o Jogo só terá lançamento no segundo Trimestre de 2007...


Site Oficial de
Lara Croft Tomb Raider: Anniversary .
Data de lançamento:3º Trimestre de 2007
Desenvolvedor:Crystal Dynamics
Distribuidor:Eidos Interactive
Plataforma:PlayStation 2

SKATE


Simplicidade e realismo nos esportes radicais


Por anos e consoles a fio, o campeão Tony Hawk nos ensinou que andar de skate de verdade é voar por cima de casas dando piruetas em todas as direções e que até fios de alta tensão podem servir perfeitamente como obstáculo para quem for corajoso o suficiente. Quem já botou o pé numa dessas misteriosas pranchas de madeira com rodinhas sabe que não é bem assim, e a missão de ensinar essa importante lição para a geração videogame é o novato SKATE, o novo simulador de esportes radicais da Electronic Arts.

Se o lema da nova geração é realismo, essa também é bandeira da EA para desafiar a performática série Tony Hawk da Activision, que reina soberana no mundo dos games desde 1999. Eles deixam a era dos skatistas-ninja para ir a um universo mais “raiz”: o objetivo em SKATE não é saber quem consegue pular por cima do prédio mais alto, mas sim mostrar o seu talento para sair das ruas e se tornar uma celebridade – como o próprio Tony Hawk.

O game não é dividido por fases ou “mundos” cheios de missões a serem cumpridas. Aqui os candidatos a astros do skate são apresentados a um mundo extenso, aberto e cheio de possibilidades a serem exploradas. Serão ruas, parques, estacionamentos e praças prontas para receber as melhores manobras que você pode oferecer. Mas cuidado, nem todos os transeuntes são fãs desse nobre e emocionante esporte, e a polícia estará presente para proteger locais “impróprios” para sua prática. Mas como no mundo radical a regra é “quanto melhor o risco, melhor”, o que você fizer nessas áreas será levado muito em conta na sua escalada para o prestígio.

A maneira de se andar e fazer as manobras em SKATE também se mostra de uma maneira bem diferente dos seus concorrentes e antecessores. Os controles principais do esportista virtual são feitos simplesmente usando os dois direcionais analógicos, tanto no Xbox 360 quanto no PlayStation 3. Com o esquerdo, você controla a direção para a qual o skate vai (ou mais precisamente, a inclinação do seu corpo) e com o direito é feito o controle da prancha em si. Para fazer um Ollie, por exemplo, manobra em que o praticante pula e faz o skate girar num eixo horizontal, o jogador usa o direcional direito, colocando-o para baixo e depois para cima rapidamente. Eventualmente alguns poucos botões serão usados para manobras mais complexas, mas o principal se concentra nos direcionais. E as manobras também estão bem mais difíceis: o ângulo, a velocidade e o tempo do comando devem ser precisos para que aconteça uma acrobacia, e não uma catástrofe.

Para que o mundo te conheça, você precisa se mostrar para ele – e é em torno disso que gira o mundo do novo game. Como em Tony Hawk, existem competições de manobras e outras disputas, mas o importante é capturar os momentos certos de glória do skatista. Para isso você contará com um fotógrafo profissional, responsável por tirar suas melhores fotos e divulgá-las para a mídia. Não coincidentemente, você também será responsável por essas fotos. Opções de replay diversas permitem que o jogador possa “voltar” no tempo e registrar as melhores imagens do dia. Se uma delas for boa o suficiente, pode até sair no jornal local, e aí sua missão está cumprida. Melhor ainda: é possível divulgar fotos e vídeos das suas melhores performances (sejam elas graciosas ou dolorosas) e divulgá-las na Internet através de um site que a própria EA preparou para isso.

Sem muito exagero, mas com muita classe: esse é o mundo de SKATE. Tony Hawk e seus companheiros voadores já reinaram supremos, mas depois de tanto tempo pode ter chegado a hora desse trono ser roubado.



Fotos do Jogo :




A Eletronic Arts quer dar mais realizmos em SKATE ,manobras Reais e Senarios Reais.




O Jogo promete , petendendo até passar o seu concorrente "TONY HANK's".


Veja o Trailer Oficial do Jogo:





Ainda o jogo não tem lançamento previsto mais o jogo promete ser um dos melhores desse ano ....



Desenvolvedor:Electronic Arts
Distribuidor:Electronic Arts
Plataforma:PlayStation 3


OBS: A ELETRONIC ARTS ainda não lançou o site Oficial mais em BREVE lançara.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

GOD OF WAR 2


O deus da guerra desafia seu destino


A mitologia grega não é exatamente o melhor exemplo de um panteão de deuses bondosos e generosos. A própria história da criação do universo e dos deuses é cheia de assassinatos, violência incesto e outros aspectos nada agradáveis – isso sem contar quando os deuses resolviam atormentar a vida dos humanos. Por acaso, o general espartano Kratos é um desses. Obcecado por sua sede de conquistas, acabou se submetendo à vontade de Ares, o deus da guerra, para ser mais forte – o que ele conseguiu, mas pagando com sua própria sanidade. Em God of War, o anti-herói enfrentou seu antigo “benfeitor” e tomou o lugar de divindade da guerra. Porém, ele ainda estaria longe de alcançar sua redenção.

Seqüência direta do God of War original, lançado em 2005, Divine Retribution coloca Kratos frente à frente com adversários ainda mais perigosos: as três Moiras, ou irmãs do destino. Segundo a mitologia grega, as três irmãs Clotho, Lachesis e Atropos detinham o controle do destino – tanto dos humanos quanto dos deuses. Inconformado por não conseguir se livrar dos pesadelos que assombram sua vida, mesmo depois de ter se tornado o deus da guerra e teoricamente ter sido perdoado pelas divindades do Olimpo, Kratos decide deixar o seu trono e voltar à luta, para se vingar se seus novos “irmãos” e mostrar que pode controlar sua vida por si só.

De acordo com a equipe de produção, Divine Retribution manterá o nível de ação que marcou God of War como um dos lançamentos mais consagrados da história do PlayStation 2, mas com alguns elementos melhorados – principalmente no que diz respeito à troca de armas e interação das magias com ataques normais. Um dos objetivo dos desenvolvedores, por exemplo, é que o jogador possa começar um combo, jogar o inimigo ao ar, e conseguir trocar de arma rapidamente antes que ele caia, para continuar os ataques de forma ainda mais devastadoras. As magias também terão acesso mais simples, e usadas de forma que se encaixem melhor nessas seqüências de ataque. Assim como no primeiro jogo da série, Kratos conta com suas fiéis Blades of Chaos - as espadas flamejantes presas em seus braços por correntes – como armas principais, tendo novas habilidades e golpes a se aprender. Porém, novas armas e habilidades estão presentes no novo God of War, juntamente com novos desafios a se enfrentar: monstros clássicos da mitologia grega como os minotauros, os grifos e os cérberos estão presentes, mais aterrorizantes do que nunca. God of War 2 ainda manterá os diversos quebras-cabeças presentes no primeiro jogo – o jogador deve aprender a pensar como Kratos para poder avançar em determinadas áreas, mesmo que isso signifique se mostrar cruel e impiedoso, à semelhança da cena onde o “herói” devia queimar vivo um soldado que estava preso dentro de uma gaiola. Os diversos minichefes e batalhas “especiais” - que necessitam que o jogador entre com certos comandos em momentos específicos do combate – também estarão de volta.

Divine Retribution conta a segunda parte de uma história ainda maior. No primeiro jogo Kratos conquistou os desafios terrenos e garantiu um lugar entre os deuses. Agora, o antigo general espartano irá desafiar os próprios deuses, representando toda a ira dos humanos contra a injustiça dos seres do Olimpo. Se as melhorias e ajustes feitas em God of War 2 tornarem o jogo um sucesso ainda maior que seu antecessor, o PlayStation 2 receberá um lançamento que marcará com chave de ouro a transição dessa para a próxima geração.


Veja Fotos desse jogo que está fazendo o maior sucesso no mundo:





O Protagonista do jogo,é com ele que você vai se aventurar em GOD OF WAR 2.






O Protagonista do jogo,é com ele que você vai se aventurar em GOD OF WAR 2.



Trailer Oficial do JOGO:






Site Oficial de
GOD OF WAR 2
Desenvolvedor:Sony Computer Entertainment America
Distribuidor:Sony Computer Entertainment America
Plataforma:PlayStation 2

quarta-feira, 2 de maio de 2007

BURNOUT PARADISE

"Pela primeira vez, é possível explorar as ruas de Paradise City..."




Burnout" tornou-se conhecido pela ênfase na direção agressiva e na alta sensação de velocidade, nas corridas contra o tráfego e tentativas de fazer os oponentes baterem, ação conhecida como "takedown". Para a estréia da série na nova geração de consoles, a equipe de desenvolvimento tem a oportunidade de realizar a sua visão original para o game: um mundo aberto onde o jogador pode fazer o que quiser, na hora que bem entender.

Pela primeira vez, é possível explorar as ruas de Paradise City, dirigindo por todos os cantos da cidade para descobrir eventos e procurar pelas melhores oportunidades de causar acidentes e, assim, conseguir os takedowns. Para ganhar a sua licença Burnout, é preciso ser o motorista mais perigoso de todos, uma proposta praticamente irresistível.

Em "Burnout Paradise", os acidentes também ganham uma nova dimensão: o potencial dos consoles permite um nível de deformação nunca antes visto. Por isso, não faltam explosões e capotagens no título. A idéia da Criterion Studios é acrescentar novos recursos, mas sem perder a identidade da franquia, facilitando o acesso aos jogadores principiantes e explorando o modo multiplayer.

"Burnout Paradise" é um game para PlayStation 3 e Xbox 360.


Veja Algumas fotos de BURNOUT PARADISE:









Carros com cores mais vivas e mais detalhes.






Agora você poderá esplorar mais e com grandes delalhes mudados no jogo.






Burnout continua o mesmo com suas mais diversas forma de "BATER" seu carro.



De uma olhadinha no novo TRAILER Oficial do JOGO.







Bem o jogo ainda não tem lançamento mais terá versões para o PLAY STATION 3 e XBOX 360.



Site Oficial de
BURNOUT PARADISE
Data de lançamento:4º Trimestre de 2007
Desenvolvedor:Criterion Games
Distribuidor:Electronic Arts
Plataforma:PlayStation 3 e XBOX 360

quinta-feira, 19 de abril de 2007

TEST DRIVER UNLIMITED

Esse é o JOGO que promete,o jogo que foi lançado em 2006 que está fazendo um grande Sucesso no X360 e no PC. O Sucesso não foi tão grande no Play Station 2 mais conquistou quem joga.Bem TEST DRIVER UNLIMITED é um jogo bem
dinamica que unico as RUAS e os CARROS em um só.

IMAGENS do Jogo:



Logo de TEST DRIVER ULIMITED.


Imagens das FERRARI'S ,um dos mais belos carros do jogo.

Um passeio agradável pela praia


O gênero de corrida evoluiu muito desde o lançamento do primeiro jogo da série Test Drive há quase 20 anos, e é apenas justo que essa perene franquia seja pioneira na implementação de uma nova era em corridas online. Test Drive Unlimited é um game ousado que promete agradar entusiastas e jogadores casuais.

A Atari anuncia o jogo como o primeiro "MOOR", ou jogo online massivo de corrida aberta. Traduzindo do marquetês: a produtora recriou uma ilha inteira do Havaí (Oahu), fazendo uma versão fiel de cada centímetro asfaltado dessa pequena massa de cerca de 1500 quilômetros quadrados. Usuários que se conectam em contas da GameSpy verão outros jogadores nas ruas como se fossem motoristas aleatórios. Usando uma interface simples, você pode conversar ou desafiar qualquer um dos condutores próximos a uma das muitas corridas - criando um mundo realista e habitado como nunca antes visto nos videogames.

Apesar dessa enorme ilha virtual, o game não escapa de muitos dos tradicionais moldes do gênero: você ainda compete nos desafios online e offline para ganhar dinheiro, que é usado para comprar mais carros e tuná-los, permitindo uma maior margem competitiva. Além disso, emprestando elementos de GTA, você pode comprar casas (abrindo mais espaços em sua garagem) ou roupas para personalizar seu avatar. A estrutura das missões segue moldes tradicionais de completar certos trajetos em pouco tempo ou antes de outros corredores, mas algumas outras variedades são adicionadas para aumentar o realismo: dar carona com rapidez ou dirigir um carro de terceiro sem riscá-lo são algumas das situações apresentadas.

A Atari se deu ao trabalho de colocar vários toques cuidadosos em sua produção: a apresentação e tutorial mostram o protagonista pegando um avião para o Havaí, assim como ele assinando contrato na imobiliária ao comprar uma casa... e é possível até abrir a janela do carro e mudar a estação do rádio, vendo um interior virtual diferenciado para cada veículo. É uma pena que, com tantas opções para personalizar sua casa, garagem e personagem virtuais... os carros não recebem a mesma atenção, tendo apenas um punhado de kits genéricos para deixar a máquina mais possante.

Como o jogo é extremamente aberto em sua fórmula, existem alguns truques para ajudar no desenvolvimento do progresso. Ao comprar sua casa, você vê apenas as atividades próximas. Ao explorar as novas ruas, vão surgindo novas missões - e assim você é encorajado a explorar e consegue gerenciar sua evolução nesse mundo. Você também é classificado por sua perícia, ganhando novos níveis com o passar do tempo (o que ajuda a encontrar oponentes de habilidade semelhante).

Mas como acontece com a maioria dos jogos inovadores, Test Drive Unlimited tropeça em alguns aspectos. A falta de multiplayer offline é uma das maiores decepções, assim como a dificuldade em encontrar amigos enquanto se está passeando - mesmo estando no mesmo lugar, muitas vezes eles não aparecem na pista. E se na versão original para Xbox 360 a lista de amigos facilitava um pouco a situação, a adaptação da versão para PC usando GameSpy deixa muito a desejar - a começar pela falta de uma opção de criar uma conta nova de dentro do jogo. E para todas as melhoras em outras áreas, é triste ver que a inteligência artificial dos carros controlados pelo computador ainda deixa a desejar.

Test Drive Unlimited é uma boa maneira de demonstrar as possibilidades dos jogos de corrida na nova geração. Mas, ao mesmo tempo, ele pode não impressionar tanto simplesmente pelo visual ou controle - dois pontos vitais para um simulador de corrida. Mesmo assim, o clima descontraído e calmo das ruas havaianas pode ser exatamente o que alguns esperavam depois de tantos Burnouts e Need for Speeds.


Veja O Trailer Oficial do JOGO:







Veja outro video de demostração do Jogo:





Site Oficial de
TEST DRIVER UNLIMITED
Desenvolvedor:Eden Studios
Distribuidor:Atari
Plataforma:PC,XBox 360,Play Station 2

quarta-feira, 18 de abril de 2007

DRIVER PARALLEL LINES

Bem esse é um dos jogos que marcou o Play Station 2.Ele marcou a volta do DRIVER que com o 3 episodio não tinha conquistado o PUBLICO . Veja a continuação de um dos jogo mais emocionantes do Play Station 2 o DRIVER PARALLEL LINES.





Se tudo falhar, tente novamente nos anos 70.


A série Driver já foi um dos maiores títulos títulos de ação sobre rodas ao lado de Grand Theft Auto - mas enquanto o terceiro episódio de GTA marcou um renascimento, DRIV3R criou altas expectativas por meses e acabou sendo lançado como um produto incompleto e cheio de defeitos. Mas os criadores da Reflections pretendem voltar às raízes com o quarto episódio.

"Driver: Parallel Lines" se ambienta na Nova York dos anos 70, e deixa de lado o policial disfarçado Tanner em favor de "The Kid". O novo herói sem nome não precisa se preocupar com a lei, já que ele procurará trabalhar com diferentes líderes criminosos na cidade que nunca dorme.

Mas talvez a melhor notícia para os fãs dos dois primeiros jogos é que a série volta a se concentrar na parte de direção, tirando o foco da ação à pé. Enquanto a opção de dirigir e salvar pequenos filmes foi removida para aumentar o número de carros nas ruas (uma grande reclamação de DRIV3R), estão de volta as modalidades Survival, Trailblazer e Quick Chase. Com opções online, o título também trará uma opção de perseguição policial - cinco jogadores como viaturas, e um criminoso fugindo.

A cidade não será uma recriação realista como acontece na série The Getaway, e sim uma adaptação feita especialmente para resultar em impressionantes perseguições hollywoodianas. Todos as principais referências geográficas e culturais estarão representadas, com Manhattan e locais vizinhos como Nova Jersey, e Staten Island. São cerca de 270 quilômetros quadrados de rua para realizar seus crimes.
Conseguirá a equipe devolver a confiança dos seguidores à série? Com muito mais modéstia, eles parecem estar no caminho certo.


Bem Veja o TRAILER de DRIVER PARALLEL LINES:




Site Oficial de DRIVER PARALLEL LINES:
Desenvolvedor:Reflections Interactive
Distribuidor:Atari
Plataforma:Play Station 2 e XBox

RESERVOIRS DOGS - The Game

Aqui temos a ultima produção da El Burro produções dirigida por EL BURRO (Fundador e ex- Dono da empresa).O Video mostra um lançamento de Ação RESERVOIRS DOGS .Um dos jogos revelação do Play Station 2 e etre outras Plataformas:

Informações do Site da GAME Tv:

Foram divulgadas as primeiras informações sobre adaptação para videogames de Reservoir Dogs (Cães de Aluguel), primeiro filme do aclamado diretor Quentin Tarantino.

Reservoir Dogs será um jogo de tiro em terceira pessoa que seguirá à risca o roteiro do filme original, e também adicionará novas cenas e situações que explicam alguns dos mistérios que cercam a história dos matadores de aluguel. A Eidos ainda confirmou que será possível jogar com todos os personagens principais do filme (inclusive Mr.Black), e que o jogo deve "agradar a ambos os fãs de games e cinema, oferecendo a oportunidade única de jogar através dos eventos do filme e preencher as lacunas presentes".






Site Oficial : RESERVOIRS DOGS.
Desenvolvidora: SCi Games
Distribuidora:2K Games